Produtividade da cana-de-açúcar em novembro cresce 0,7% no Centro-Sul, mostra boletim do CTC

Média alcançou 63,3 toneladas por hectare nesta safra, contra 62,8 t/h na temporada anterior

Piracicaba (SP), 12 de dezembro de 2025 – A produtividade média da cana-de-açúcar na região Centro-Sul em novembro foi de 63,3 toneladas por hectare, crescimento de 0,7% quando comparado aos 62,8 t/ha registrado no mesmo mês da safra anterior.  

Os dados são do Boletim de Olho na Safra, elaborado pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) com base na Plataforma de Benchmarking.

O ATR (qualidade da cana) do mês de novembro apresentou aumento de 8,6%, passando de 123,6 kg/t para 134,3 kg/t.

No acumulado da safra (abril a novembro), o Boletim apurou uma redução de 4,9% na produtividade, com média de 74,7 t/ha em 2025/26 frente às 78,5 t/ha da safra anterior.

Já o ATR acumulado está em 136,1 kg ATR/t nesta safra, contra 137,3 kg ATR/t no último ciclo, queda de 0,9%.

Sobre o CTC

O CTC – Centro de Tecnologia Canavieira é uma empresa de biotecnologia e inovação, líder global em ciência da cana-de-açúcar. É o maior banco de germoplasma de cana-de-açúcar do mundo, com mais de 5 mil variedades. Nos laboratórios em Piracicaba (SP) e Saint-Louis (Missouri-EUA), as equipes de cientistas desenvolvem trabalhos de ponta em melhoramento e engenharia genética. O portfólio da companhia reúne variedades de cana de alta produtividade e resistentes a pragas.

Criado em 1969, CTC contribuiu nestes 50 anos de história para o avanço tecnológico do agronegócio nacional e a competitividade do setor sucroenergético, levando o Brasil à liderança mundial do setor, aumentando a produtividade para atendimento da demanda mundial de açúcar, proporcionando visibilidade ao etanol como um dos mais importantes biocombustíveis do mundo e a cogeração através do processamento da palha da cana (bioeletricidade).

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Alessandra Carvalho | Agência Fato Relevante

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CTC alcança lucro líquido recorde de R$ 67,8 milhões no 2T26

Crescimento do lucro foi 41,2% superior ao do 2T25; receita líquida atinge R$ 117,2 milhões, 17,1% acima do mesmo período de 2025

Piracicaba, 13 de novembro de 2025 – O CTC (Centro de Tecnologia Canavieira), listado no segmento Bovespa Mais (CTCA3), fechou o balanço do segundo trimestre da safra 2025/2026 (2T26) registrando resultados financeiros e operacionais sólidos, que reafirmam seu papel de liderança no desenvolvimento de tecnologias para o crescimento da produtividade e da sustentabilidade da cana.

O lucro líquido, de R$ 67,8 milhões, foi recorde e 41,2% superior ao do 2T25. No acumulado do semestre o lucro líquido foi de R$ 117 milhões, aumento de 39,6% em relação 1S25. A receita líquida, de R$ 117,2 milhões, superou em 17,1% a do 2T25. Já no acumulado do semestre a receita líquida foi de R$ 227,8 milhões, crescimento de 16,7% versus 1S25.O EBITDA alcançou R$ 62,3 milhões no trimestre, 48,% acima de 2T25, com expansão da margem de +11,1p.p. em relação ao 2T25, atingindo 53,2%. No semestre, o Ebitda foi de R$ 116,4 milhões.

César Barros, CEO do CTC, destaca ainda o ganho de market share do plantio no semestre, que atingiu 30% (+4 p.p vs 1S25.), como reflexo da confiança construída pela empresa junto aos seus parceiros e clientes. “A adoção crescente de variedades mais produtivas oferece ao mercado um portfólio robusto de soluções eficientes”, diz Barros.

Os bons resultados, segundo ele, são consequência do forte investimento em pesquisa e tecnologia, que somaram R$ 61,1 milhões no 2T26, 12,8% acima ao 2T25, impulsionando projetos em Melhoramento Genético, Biotecnologia e Sementes Sintéticas. No acumulado do semestre os investimentos em P&D alcançaram R$ 119,4 milhões, 18,5% acima do mesmo semestre do ano passado. O Capex totalizou R$ 21,3 milhões no 2T26 e R$43,3 milhões no 1S26, com destaque para o ritmo acelerado das obras da planta demonstrativa de Sementes Sintéticas.

No trimestre, o CTC avançou em frentes estratégicas de inovação, com destaque para a conclusão do estudo que confirmou o fungo Colletotrichum falcatum como agente causal da Murcha da Cana, um marco para o direcionamento de novas pesquisas em resistência e manejo da cultura. Em Biotecnologia, a companhia evoluiu nos ensaios da primeira variedade VerdPRO2. Já em Sementes Sintéticas, o período foi marcado pelos avanços em campo, com testes em 11 localidades e quatro novas variedades que apresentaram até 85% de germinação nos ensaios.

“Nossa posição de caixa líquido, atualmente em R$ 406 milhões no primeiro semestre, é fruto da disciplina na execução de nossos planos de investimento e de nossa gestão prudente do capital, garantindo solidez financeira e liquidez para seguir realizando nossos projetos”, diz Paulo Geraldo Polezi, diretor Financeiro e de Relações com os Investidores do CTC.

O plano estratégico da companhia é dobrar a produtividade dos canaviais até 2040, com novas tecnologias para acelerar o desenvolvimento sustentável da cana-de-açúcar no Brasil.Para alcançar esta meta, o CTC está impulsionando a conexão e inovação setorial com o lançamento do movimento ESFERA. O objetivo é criar um espaço colaborativo, reunindo cientistas, consultores, produtores e clientes em debates técnicos que possam trazer soluções práticas para os problemas da cultura da cana-de-açúcar.

Estão previstos quatro encontros anuais. Este ano já foram realizados dois encontros para discutir a Murcha da Cana (23/09) e o Manejo Mais Adaptado (30/10), que contaram com ampla participação de usinas, produtores e especialistas da área.

Vale destacar ainda que o CTC alcançou a 28ª posição Brasil da premiação GPTW, que reconhece as melhores empresas para se trabalhar, dentre mais de 5.000 empresas participantes.

Sobre o CTC

O CTC – Centro de Tecnologia Canavieira é uma empresa de biotecnologia e inovação, líder global em ciência da cana-de-açúcar. É o maior banco de germoplasma de cana-de-açúcar do mundo, com mais de 5 mil variedades. Nos laboratórios em Piracicaba (SP) e Saint-Louis (Missouri-EUA), as equipes de cientistas desenvolvem trabalhos de ponta em melhoramento e engenharia genética. O portfólio da companhia reúne variedades de cana de alta produtividade e resistentes a pragas.

Criado em 1969, CTC contribuiu nestes 50 anos de história para o avanço tecnológico do agronegócio nacional e a competitividade do setor sucroenergético, levando o Brasil à liderança mundial do setor, aumentando a produtividade para atendimento da demanda mundial de açúcar, proporcionando visibilidade ao etanol como um dos mais importantes biocombustíveis do mundo e a cogeração através do processamento da palha da cana (bioeletricidade).

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Produtividade da cana em outubro cresce 4,3% no Centro-Sul, mostra boletim do CTC

Média alcançou 64,6 toneladas/hectare nesta safra, contra 61,9 toneladas/hectare no ciclo anterior

Piracicaba (SP), 12 de novembro de 2025 – O Boletim de Olho na Safra, elaborado pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) com base na Plataforma de Benchmarking, aponta um crescimento de 4,3% na produtividade média da cana-de-açúcar na região Centro-Sul em outubro em relação ao mesmo período da safra anterior, de 61,9 toneladas de cana por hectare em 2024/25 para 64,6 t/ha em 2025/26.

No acumulado de abril a outubro, a produtividade média alcançou 75,7 toneladas por hectare, o que representa uma redução de 5,1% em relação às 79,8 t/ha da safra anterior.

A qualidade da cana, medida pelo ATR (kg de açúcar por tonelada de cana), apresentou em outubro alta de 0,9%, passando de 149,2 kg/tc (2024/25) para 150,6 kg/tc (2025/26).  No acumulado da safra (abril a outubro), o ATR caiu 1,5%, de 138,3 (24/25) para 136,2 (25/26).


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Criado em 1969, CTC contribuiu nestes 50 anos de história para o avanço tecnológico do agronegócio nacional e a competitividade do setor sucroenergético, levando o Brasil à liderança mundial do setor, aumentando a produtividade para atendimento da demanda mundial de açúcar, proporcionando visibilidade ao etanol como um dos mais importantes biocombustíveis do mundo e a cogeração através do processamento da palha da cana (bioeletricidade).

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ESFERA promove encontro sobre manejo de alto potencial dos canaviais

Especialistas de várias áreas debatem estratégias mais eficientes para nutrição, controle de pragas e manejo de plantas daninhas

Piracicaba, 30 de outubro de 2025 - A ESFERA — movimento colaborativo impulsionado pelo CTC (Centro de Tecnologia Canavieira) para conectar o setor em torno dos grandes desafios agronômicos da cana — promoveu hoje, 30 de outubro, seu segundo encontro, dedicado ao tema “Manejo de Alto Potencial”. Realizado na sede do CTC, em Piracicaba (SP), o evento debateu soluções práticas e integradas para maximizar o desempenho dos canaviais.

Lançada em setembro, a ESFERA é um ambiente contínuo de conexão, debate e inovação, reunindo cientistas, consultores, produtores e entidades do setor em torno de um objetivo comum: transformar conhecimento técnico em soluções aplicadas que impulsionem produtividade com sustentabilidade.

“Os desafios do campo mudam rápido e o manejo precisa acompanhar esse ritmo. O propósito da Esfera é justamente criar um ambiente onde a troca entre a ciência e a prática de campo gere resultados reais para toda a cadeia”, afirma Suzeti Jarra Ferreira, diretora de Marketing do CTC.

Durante o encontro, pesquisadores, consultores e produtores se reuniram para debater estratégias mais eficientes de nutrição, manejo de plantas daninhas e controle de pragas, promovendo uma visão moderna e adaptativa do manejo agrícola.

Entre os especialistas presentes estão nomes reconhecidos da pesquisa e do manejo da cana-de-açúcar, como o professor e pesquisador Rafael Otto (ESALQ/USP), que apresentou resultados sobre como as variedades de cana respondem a diferentes níveis de nutrição.

“Todo o setor da cana busca elevar a produtividade média para tornar o custo de produção mais competitivo. E isso só é possível com investimento no canavial — adotando um manejo de alto potencial em todas as frentes. Com o manejo correto, o produtor atinge alta produtividade, e essa é a melhor forma de reduzir custos”, afirma Otto.

A programação também contou com resultados de pesquisas de campo e debates com produtores, que compartilharam suas experiências práticas e desafios. A gerente corporativa de fitotecnia e experimentação da BP Bioenergy, Hayrá Reis, participou do debate sobre manejo de pragas.

“No controle de pragas, hoje não lutamos contra a pragaem si, mas contra o custo, a pressão por sustentabilidade e a imprevisibilidade do clima. A integração do manejo torna o controle mais eficiente, unindo três revoluções — a biológica, a digital e a de dados”, disse Hayrá.

A ESFERA realizará ainda mais um encontro presencial nesta safra, enquanto o debate e a troca de informações seguem de forma contínua na comunidade online.

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Produtividade da cana é 6,5% inferior à da safra passada, aponta CTC

No acumulado de abril a setembro, a média alcançou 77,7 toneladas/hectare; qualidade da cana é similar

Piracicaba (SP), 14 de outubro de 2025 – Dados da Plataforma de Benchmarking do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), registram uma queda de 6,5% na produtividade média da cana-de-açúcar na região Centro-Sul nesta safra em relação à safra anterior.

No acumulado desta safra (abril a setembro), a média alcançou 77,7 toneladas por hectare, 5,5 toneladas por hectare a menos que as 83,2 t/ha da safra passada.

A produtividade média em setembro foi similar à registrada no mesmo mês da safra anterior (71,9 t/ha contra 70,4 t/ha).

A qualidade da cana (ATR) apresentou retração de 0,8%, de 154 kg/tonelada (setembro de 2024) para 152,7 kg/tonelada (setembro deste ano).

Já o ATR acumulado está em 134 kg ATR/t, contra 136,8 kg ATR/t no ciclo anterior.

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Criado em 1969, CTC contribuiu nestes 50 anos de história para o avanço tecnológico do agronegócio nacional e a competitividade do setor sucroenergético, levando o Brasil à liderança mundial do setor, aumentando a produtividade para atendimento da demanda mundial de açúcar, proporcionando visibilidade ao etanol como um dos mais importantes biocombustíveis do mundo e a cogeração através do processamento da palha da cana (bioeletricidade).

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CTC lança o movimento Esfera e anuncia descoberta do agente causal da murcha da cana

Evento em Piracicaba reuniu especialistas, produtores e pesquisadores para debater desafios agronômicos da cana e apresentou avanços inéditos em produtividade e fitossanidade

Piracicaba, 23 de setembro de 2025 – O CTC – Centro de Tecnologia Canavieira realizou hoje, em sua sede em Piracicaba (SP), a primeira edição da Arena de Debates Esfera, reunindo especialistas, produtores e consultores do setor sucroenergético em torno dos principais desafios agronômicos da cana-de-açúcar. O encontro marcou dois avanços de grande relevância: o lançamento da plataforma Esfera e a apresentação de uma nova descoberta científica sobre a Síndrome do Murchamento da Cana.

A Esfera nasce como um espaço de conexão permanente para todos os elos da cadeia da cana, oferecendo um ambiente de troca de conhecimento e colaboração genuína em busca de soluções para os desafios mais complexos do setor. “O Brasil é referência na cultura da cana de açúcar e a Esfera chega para ser o palco de debate do setor nos temas técnicos mais relevantes que visam expandir o conhecimento e aplicabilidade de diferentes práticas de manejo que levarão ao aumento da produtividade. Nossa proposta é fomentar a colaboração e manter o protagonismo da cultura da cana-de-açúcar na agenda da transição energética. Junto com os nossos clientes nós vamos impulsionar essas conexões, colocando ciência e inovação a serviço de um futuro mais competitivo para o setor”, destacou César Barros, CEO do CTC.

Ao longo do dia, os debates foram marcados por análises técnicas e relatos práticos de usinas e produtores, que reforçaram a gravidade da murcha da cana para a produtividade dos canaviais. Painéis sobre clima, fitossanidade e manejo destacaram como a doença vem impactando diretamente a longevidade das lavouras e aumentando os custos de produção. Produtores relataram perdas significativas e a necessidade urgente de soluções conjuntas, reforçando a importância de uma mobilização ampla como a que foi promovida pelo CTC.  

Rogério Bremm, diretor agrícola da BP Bioenergy, participou do lançamento e destacou a importância dessa ação para o setor “Essa iniciativa é de extrema importância, principalmente diante da estagnação da produtividade. Reunir pesquisadores e produtores em prol de soluções é exatamente o que a cana-de-açúcar precisa neste momento”.

Além dos encontros presenciais, a Esfera conta com uma comunidade virtual, para impulsionar a participação de todos os elos da cadeia sucroenergética. Para Suzeti Ferreira, diretora de marketing do CTC, a essência da Esfera é a força da colaboração: “Estamos unindo diferentes atores em torno de um objetivo comum. A Esfera é a materialização de como a cooperação pode acelerar respostas aos maiores desafios da cana, fortalecendo a competitividade e a sustentabilidade do setor”.

Avanço científico sobre a murcha da cana fortalece mobilização do setor
O evento também foi marcado por um anúncio científico inédito: a identificação do agente causal da murcha da cana. Antes tratada como uma síndrome multifatorial, a doença foi comprovada como resultado da ação de um único patógeno, o colletotrichum, descoberta validada por meio do Postulado de Koch. Essa revelação abre espaço para avanços importantes, desde estratégias de manejo mais assertivas até o desenvolvimento futuro de variedades geneticamente resistentes.

“O estudo comprova aquilo que já vínhamos investigando de que a murcha da cana tem um agente causal específico. Essa constatação representa um avanço significativo para toda a cadeia produtiva e permite direcionar esforços em busca de soluções para esse desafio do setor”, afirma Luciana Castellani, gerente executiva de Melhoramento Genético do CTC.

Outro ponto central foi o Fórum Científico, iniciativa que consolida a essência da Esfera. Mais do que abrir espaço para diálogos técnicos, o Fórum reuniu em um mesmo ambiente as discussões que já vinham acontecendo em diferentes frentes, unindo esforços em busca de uma solução conjunta para um problema agronômico que afeta toda a cadeia.

“Identificar o agente causal da murcha da cana é um passo fundamental para todo o setor. Só conhecendo a causa é possível avançar em pesquisas, desenvolver estratégias de manejo mais assertivas e dar segurança aos produtores para controlar a doença. Essa descoberta abre caminhos concretos para soluções que irão fortalecer a produtividade e a sustentabilidade da canavicultura”, destaca Lilian Amorim, doutora, professora e pesquisadora da ESALQ/USP, que é membro do fórum científico sobre a Murcha da Cana.

Com esses anúncios, o CTC consolida sua posição de liderança em inovação e reforça sua missão de transformar ciência em resultados práticos para os produtores, contribuindo para uma canicultura mais produtiva, resiliente e sustentável.

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Produtividade da cana segue em queda no Centro-Sul em agosto, aponta CTC

Piracicaba (SP), 15 de setembro de 2025 – O desempenho dos canaviais do Centro-Sul manteve tendência de retração em agosto, segundo dados da Plataforma de Benchmarking do CTC.

A produtividade média alcançou 77,5 toneladas por hectare, ligeiramente abaixo das 78,8 t/ha registradas no mesmo mês de 2024. Já a qualidade da cana (ATR) passou de 148,4 kg/t para 144,2 kg/t, queda de 2,9%.


No acumulado da safra 2025/26, os indicadores também apontam retração. A produtividade média recuou 8,2%, com 79,2 t/ha, frente às 86,3 t/ha no ciclo anterior. O ATR acumulado ficou em 129,7 kg/t, contra 133,2 kg/t no mesmo período da safra passada.

Impactos regionais e fatores climáticos

O levantamento mostra que, embora alguns polos apresentem resultados positivos pontuais, a maior parte das regiões do Centro-Sul sofreu retração em produtividade. Estados como Goiás e Mato Grosso registraram quedas tanto em toneladas por hectare quanto em ATR.


As condições climáticas ajudam a explicar esse cenário. Dados de precipitação indicam acumulados abaixo da média histórica, especialmente entre maio e agosto, o que comprometeu o armazenamento de água no solo.



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Criado em 1969, CTC contribuiu nestes 50 anos de história para o avanço tecnológico do agronegócio nacional e a competitividade do setor sucroenergético, levando o Brasil à liderança mundial do setor, aumentando a produtividade para atendimento da demanda mundial de açúcar, proporcionando visibilidade ao etanol como um dos mais importantes biocombustíveis do mundo e a cogeração através do processamento da palha da cana (bioeletricidade).

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Lucro líquido do CTC cresce 15,3%, alcançando R$ 49,2 milhões no 1T26

Companhia manteve ritmo de crescimento com alta de receita, lucro e investimentos estratégicos em pesquisa e inovação

Piracicaba, 14 de agosto de 2025 – O CTC (Centro de Tecnologia Canavieira), listado no segmento BOVESPA MAIS (CTCA3), apresentou resultados financeiros e operacionais robustos no primeiro trimestre da safra 25/26 (1T26), reforçando sua posição de liderança na transformação tecnológica da cadeia da cana-de-açúcar por meio de soluções de biotecnologia e genética.

O lucro líquido no 1T26 foi de R$ 49,2 milhões, 15,3% superior ao de igual período da safra passada, com margem líquida consistente de 44,5%. A receita líquida alcançou R$ 110,6 milhões, representando um crescimento de 16,3% em relação a de 1T25. O EBITDA somou R$ 54,4 milhões, alta de 8,8% frente a igual período da temporada passada.

Para César Barros, CEO do CTC, o crescimento da receita reflete a eficácia da estratégia de inovação e o fortalecimento do portfólio, que inclui 81% de área plantada com variedades lançadas recentemente. “Isso demonstra a adoção crescente de materiais mais produtivos e tecnologicamente avançados, indicativo da efetividade das soluções entregues”, diz Barros.

Apesar da retração da cana-de-açúcar no 1T26, o CTC ampliou o “share” de plantio em 3 pontos percentuais, avançando de 25% para 28%.

Líder da ciência da cana-de-açúcar, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento da companhia também aceleraram, totalizando R$ 58,3 milhões no trimestre,52,7% da receita líquida e 25% superior ao valor de 1T25, alicerçados em três frentes estratégicas: 1- O programa de melhoramento genético; 2- O portfólio biotecnológico, com destaque para a plataforma VerdPRO2 e 3- O projeto de sementes sintéticas.

Na área de melhoramento genético, foram realizados mais de 1.700 cruzamentos na campanha de 2025, com uso de dados genômicos. Na biotecnologia, dois projetos avançaram para a fase de seleção em campo, e os experimentos de sementes sintéticas foram iniciados em 11 localidades.

Em biotecnologia, o CTC seguiu avançando com os 12 projetos de VerdPRO2, com a tecnologia combinando a resistência a praga e tolerância a herbicida avançando para fase de seleção em campo em duas variedades.

“O investimento em capital (Capex) atingiu R$ 22,1 milhões, um aumento de 306,5% em relação ao ano anterior, impulsionado pelo início das obras da planta demonstrativa de sementes sintéticas, um marco para a industrialização dessa tecnologia inovadora”, diz Paulo Geraldo Polezi, diretor Financeiro e de Relações com os Investidores do CTC.

Apesar dos desafios macroeconômicos e climáticos, que impactam a moagem e a qualidade da matéria-prima, o CTC mantém foco na geração de valor sustentável. A companhia registrou caixa líquido de R$ 398,7 milhões, garantindo flexibilidade financeira para avançar em projetos estratégicos.

Além disso, foram aprovados dividendos de R$ 50,1 milhões e uma capitalização de R$ 250 milhões para fortalecer a estrutura de capital, preparando a empresa para o crescimento planejado nos próximos anos.

“O CTC reforça seu compromisso com clientes, colaboradores e acionistas na construção de um ciclo de crescimento pautado na tecnologia, sustentabilidade e geração de valor para todos os envolvidos”, diz Polezi.

O plano estratégico da companhia é dobrar a produtividade dos canaviais até 2040, com novas tecnologias para acelerar o desenvolvimento sustentável da cana-de-açúcar no Brasil.

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Criado em 1969, CTC contribuiu nestes 50 anos de história para o avanço tecnológico do agronegócio nacional e a competitividade do setor sucroenergético, levando o Brasil à liderança mundial do setor, aumentando a produtividade para atendimento da demanda mundial de açúcar, proporcionando visibilidade ao etanol como um dos mais importantes biocombustíveis do mundo e a cogeração através do processamento da palha da cana (bioeletricidade).

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Produtividade da cana no Centro-Sul cai 12% em maio, aponta CTC - Centro de Tecnologia Canavieira

Safra na região Centro-Sul registra 80,8 toneladas por hectare em média

Piracicaba (SP), 30 de junho de 2025 - As chuvas irregulares reduziram a média da produtividade dos canaviais em maio no Centro-Sul, de 91 para 80,8 toneladas por hectare (THC), uma queda de 12% em relação ao mesmo mês de 2024.

A maior queda (21,6%) foi registrada na região de Ribeirão Preto (SP), onde a produtividade teve redução de 102,5 toneladas por hectare para 80,4 TCH. Assis foi o destaque positivo, com crescimento de 7,4% (de 88,3 para 89,4 TCH).

As informações são do Boletim De Olho na Safra, produzido com dados da Plataforma de Benchmarking do CTC.

A qualidade da matéria-prima em maio teve uma ligeira redução de 2,1%, de 123,4 quilos por tonelada de cana (kg/tc) para 120,8 kg/tc.

No acumulado abril-maio, a produtividade da cana no Centro-Sul registrou queda de 12% em relação ao mesmo período da safra anterior (de 89,6 toneladas de cana por hectare para 78,8 toneladas de cana por hectare). No acumulado até maio, o ATR caiu 2% (de 120,7 kg/tc para 118,3 kg/tc).

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Criado em 1969, CTC contribuiu nestes 50 anos de história para o avanço tecnológico do agronegócio nacional e a competitividade do setor sucroenergético, levando o Brasil à liderança mundial do setor, aumentando a produtividade para atendimento da demanda mundial de açúcar, proporcionando visibilidade ao etanol como um dos mais importantes biocombustíveis do mundo e a cogeração através do processamento da palha da cana (bioeletricidade).

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Produtividade e qualidade da cana no Centro-Sul caem em junho, aponta CTC

Planejamento de colheita e uso de genéticas mais modernas são aliados para ganhos de eficiência na safra

Piracicaba (SP), 23 de julho de 2025 – O boletim De Olho na Safra, do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), indica redução nas médias de produtividade e qualidade da cana-de-açúcar na região Centro-Sul em junho. As informações são da Plataforma de Benchmarking CTC.

No acumulado da safra 2025/26 até junho, o ATR recuou 3,1% em relação ao ciclo anterior, passando de 125,2 kg/tc para 121,4 kg/tc. A produtividade agrícola média (TCH) caiu 10,8%, de 88,9 t/ha para 79,3 t/ha. Como consequência, o indicador de toneladas de açúcar por hectare (TAH) passou de 11,2 t/ha para 9,9 t/ha, uma redução de 11,5%.

Na comparação entre os meses de junho 2025 e 2024, o ATR caiu 4,4% (de 132,4 para 126,6 kg/tc) e a produtividade da cana recuou de 88,8 toneladas por hectare para 79,5 t/ha.

O que fazer

Para Henrique Mattosinho, gerente de Desenvolvimento de Mercado do CTC, o uso de genéticas mais modernas e produtivas, especialmente variedades precoces, pode ser decisivo para reverter esse cenário.

“Melhorar a qualidade da matéria-prima por meio do uso de genéticas mais novas e altamente produtivas é uma estratégia eficaz para ampliar a margem econômica por hectare”, diz o gerente do CTC.

A colheita de variedades precoces neste início de safra é um fator determinante para o aumento do ATR. Ainda assim, dados do benchmarking de abril a junho de 2025 indicam que 37% do volume processado não utilizou essas variedades, o que evidencia oportunidades de ganho com um manejo mais alinhado ao potencial genético disponível.”

Sobre o CTC

O CTC – Centro de Tecnologia Canavieira é uma empresa de biotecnologia e inovação, líder global em ciência da cana-de-açúcar. É o maior banco de germoplasma de cana-de-açúcar do mundo, com mais de 5 mil variedades. Nos laboratórios em Piracicaba (SP) e Saint-Louis (Missouri-EUA), as equipes de cientistas desenvolvem trabalhos de ponta em melhoramento e engenharia genética. O portfólio da companhia reúne variedades de cana de alta produtividade e resistentes a pragas.

Criado em 1969, CTC contribuiu nestes 50 anos de história para o avanço tecnológico do agronegócio nacional e a competitividade do setor sucroenergético, levando o Brasil à liderança mundial do setor, aumentando a produtividade para atendimento da demanda mundial de açúcar, proporcionando visibilidade ao etanol como um dos mais importantes biocombustíveis do mundo e a cogeração através do processamento da palha da cana (bioeletricidade).

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